Este é o Blogue da Mediateca Escolar da Escola Secundária com 3º Ciclo do Ensino Básico Matias Aires do Agrupamento de Escolas Agualva Mira Sintra, em Agualva-Cacém. Com ele pretendemos, entre outros objetivos, divulgar atividades, disponibilizar recursos, dialogar com a nossa comunidade educativa, ...
terça-feira, 11 de junho de 2024
Hoje há poesia
sexta-feira, 26 de abril de 2024
Abril, Poetas, Cantores e Nós
segunda-feira, 8 de janeiro de 2024
Exposição "Os Lusíadas!
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023
Conversas ao fim da tarde ...Hoje há poesia à luz das velas
domingo, 21 de março de 2021
21 de Dia Mundial da Poesia:
segunda-feira, 8 de março de 2021
8 de março - Dia da Mulher
segunda-feira, 30 de novembro de 2020
Há 85 anos atrás, no dia 30 de novembro, falecia Fernando Pessoa!
Fernando António Nogueira Pessoa (Lisboa, 13 de junho de 1888 — Lisboa, 30 de novembro de 1935) foi um poeta, filósofo, dramaturgo, ensaísta, tradutor, publicitário, astrólogo, inventor, empresário, correspondente comercial, crítico literário e comentarista político português.
Fernando Pessoa é o mais universal poeta português. Por ter sido educado na África do Sul, numa escola católica irlandesa, chegou a ter maior familiaridade com o idioma inglês do que com o português ao escrever os seus primeiros poemas nesse idioma.
Das quatro obras que publicou em vida, três são na língua inglesa e apenas uma em língua portuguesa, intitulada Mensagem.[
Fernando Pessoa traduziu várias obras em inglês (e.g., de Shakespeare e Edgar Allan Poe) para o português, e obras portuguesas, nomeadamente de António Botto e Almada Negreiros, para o inglês.
Enquanto poeta, escreveu sob diversas personalidades – heterónimos, como Ricardo Reis, Álvaro de Campos e Alberto Caeiro.
Fonte: Wikipédia
Se, depois de eu morrer...
Se, depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia,
Não há nada mais simples.
Tem só duas datas --- a da minha nascença e a da minha morte.
Entre uma e outra todos os dias são meus.
Sou fácil de definir.
Vi como um danado.
Amei as coisas sem sentimentalidade nenhuma.
Nunca tive um desejo que não pudesse realizar, porque nunca ceguei.
Mesmo ouvir nunca foi para mim senão um acompanhamento de ver.
Compreendi que as coisas são reais e todas diferentes umas das outras;
Compreendi isto com os olhos, nunca com o pensamento.
Compreender isto com o pensamento seria achá-las todas iguais.
Um dia deu-me o sono como a qualquer criança.
Fechei os olhos e dormi.
Além disso fui o único poeta da Natureza.
Alberto Caeiro




