Este é o Blogue da Mediateca Escolar da Escola Secundária com 3º Ciclo do Ensino Básico Matias Aires do Agrupamento de Escolas Agualva Mira Sintra, em Agualva-Cacém. Com ele pretendemos, entre outros objetivos, divulgar atividades, disponibilizar recursos, dialogar com a nossa comunidade educativa, ...
quinta-feira, 17 de setembro de 2020
Jornal Atitudes - Edição 90
sexta-feira, 12 de junho de 2020
Santo António de Lisboa
Santo António de Lisboa (1195?-1231) escolheu a vida religiosa aos vinte anos. Grande erudito é ainda hoje considerado uma figura central dos franciscanos.
Nasceu em Lisboa, em 1191 ou 1195, e teve como nome de batismo Fernando.
Aos vinte anos escolheu a vida religiosa e começou por se juntar aos frades dominicanos, mas quando conhece S. Francisco Xavier fica fascinado com a nova ordem e veste o hábito dos franciscanos.
Viveu em Portugal, França e Itália.
Erudito é ainda hoje considerada figura central dos franciscanos. Morreu em Pádua, Itália, e foi canonizado em 1232.
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Padre António Vieira, defensor dos índios e dos escravos negros
Ainda não tinha chegado aos vinte anos e já António Vieira missionava entre os índios e os escravos negros nos arredores da Baía, então capital do Brasil. Sabia o suficiente das línguas tribais – o tupi-guarani e o quimbundo – para espalhar a palavra de Deus e converter as almas simples ao projeto da cristandade. Aqui, junto destas comunidades, começa a ensaiar o estilo dos sermões que o hão de tornar famoso. O trabalho de evangelização aproxima-o destes povos; a eles se afeiçoa e dedica e por eles é respeitado.
Payassu, o Padre Grande, como é conhecido entre os indígenas, vai defendê-los junto do rei, reclamar que sejam tratados como seres humanos e não como animais de carga. As barbaridades praticadas pelos colonos brancos são um atentado à consciência humanista do padre jesuíta.
As denúncias constantes resultam na fúria dos senhores e num decreto-lei que impede a “escravidão feroz”. Mas, como aqui é explicado pelo professor José Pedro Paiva, do Instituto de História e Teoria das Ideias da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Padre António Vieira, ao contrário do que se diz e pensa, não chegou a propor a abolição da escravatura, até porque no seu tempo, no século XVII, era um mal necessário à produção de riqueza na Europa.
Fonte: https://ensina.rtp.pt/
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quarta-feira, 10 de junho de 2020
Quem és tu Luís Vaz de Camões?
https://ensina.rtp.pt/artigo/quem-es-tu-luis-vaz/?fbclid=IwAR2OKdCg10MMEk_doB1glemP0O-dI8T98Bhm3TUehk1sKHzhM71ZVg3cLDo
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Nasceu em Chaves? Passou por Coimbra? Viveu em Constância? Lutou em Marrocos? Os registos não existem e a genialidade da obra deixa o mito crescer e consolidar-se. Quem foi então Camões, o homem? Que vida terrena teve este deus das letras portuguesas?
Na biografia incessantemente revolvida e pesquisada de Luis de Camões as certezas são muito poucas. A passagem pela Universidade de Coimbra infere-se de uma cultura literária profunda que perpassa a obra escrita e também do parentesco com D. Bento de Camões, que terá sido chanceler na academia.
Registos, esses, não os há. Como não existem os que provem o sítio onde nasceu, as casas onde viveu ou os sítios por onde passou e terá vivido aventuras, mas onde nem sempre, quase nunca, terá sido bem-aventurado.
Da provável origem galega da família Camões estabelecida em Chaves até Ceuta, onde a rua mais importante detém ainda o seu nome, Luis de Camões é a figura central deste documentário onde a obra se confunde obrigatoriamente com a vida perdida na falta de registos formais.
Aqui se tenta reconstruir o percurso sinuoso de um homem que, mesmo sabendo reconhecer o seu próprio talento até ao limite de não abdicar dele, nunca o viu reconhecido na dimensão que lhe é e será devida por séculos vindouros.
Luis de Camões morreu sem poder dar-se conta de que ainda mais ínclita do que a geração real sobre a qual escreveu é a obra que deixou com “Lusíadas”. Um reconhecimento que atravessou já séculos e continuará a elevar a Língua Portuguesa num exemplo máximo de mestria, talento e genialidade.
Na biografia incessantemente revolvida e pesquisada de Luis de Camões as certezas são muito poucas. A passagem pela Universidade de Coimbra infere-se de uma cultura literária profunda que perpassa a obra escrita e também do parentesco com D. Bento de Camões, que terá sido chanceler na academia.
Registos, esses, não os há. Como não existem os que provem o sítio onde nasceu, as casas onde viveu ou os sítios por onde passou e terá vivido aventuras, mas onde nem sempre, quase nunca, terá sido bem-aventurado.
Da provável origem galega da família Camões estabelecida em Chaves até Ceuta, onde a rua mais importante detém ainda o seu nome, Luis de Camões é a figura central deste documentário onde a obra se confunde obrigatoriamente com a vida perdida na falta de registos formais.
Aqui se tenta reconstruir o percurso sinuoso de um homem que, mesmo sabendo reconhecer o seu próprio talento até ao limite de não abdicar dele, nunca o viu reconhecido na dimensão que lhe é e será devida por séculos vindouros.
Luis de Camões morreu sem poder dar-se conta de que ainda mais ínclita do que a geração real sobre a qual escreveu é a obra que deixou com “Lusíadas”. Um reconhecimento que atravessou já séculos e continuará a elevar a Língua Portuguesa num exemplo máximo de mestria, talento e genialidade.
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Dia 10 de junho, Dia de Camões, de Portugal e dos Portugueses
É fado nosso
é nacional
não há portugueses
há Portugal.
José de Almada Negreiros (2001). Luís, o Poeta, salva a obra a nado. Poemas. Lisboa: Assírio&Alvim
Hoje é o dia de Camões, o Luís, como lhe chama Almada Negreiros, um dos grandes Josés da literatura portuguesa.
Luís - como José, como os outros grandes nomes da literatura, da música, da arte, da cultura portuguesa – salvou a obra a nado e é a obra que vive hoje, lida pelos portugueses de hoje.
No dia 10 de junho, o Plano Nacional de Leitura convida-o a celebrar Camões, Portugal e os Portugueses, mas também a refletir sobre o que é Portugal.
Fonte: Plano Nacional de Leitura
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segunda-feira, 8 de junho de 2020
8 de junho - Dia Mundial dos Oceanos
As Nações Unidas marcam neste 8 de junho o Dia Mundial dos Oceanos com foco na Inovação para um Oceano Sustentável.
https://news.un.org/pt/story/2020/06/1715812
Em mensagem, o secretário-geral disse que perante a atuação pelo fim da pandemia e melhor recuperação, existe uma oportunidade única e responsabilidade de corrigir a relação humana com o meio ambiente incluindo mares e oceanos.
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https://news.un.org/pt/story/2020/06/1715812
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sexta-feira, 5 de junho de 2020
Dia Mundial do AMBIENTE
O Dia Mundial do Meio Ambiente é celebrado no dia 5 de junho. Foi criado pela Assembleia Geral das Nações Unidas na resolução (XXVII) de 15 de dezembro de 1972 com a qual foi aberta a Conferência de Estocolmo, na Suécia, cujo tema central foi o Ambiente Humano. Todos os anos, nesse dia, diversas organizações da sociedade civil lançam manifestos e tomam medidas para relembrar o público geral da necessidade de preservação do meio ambiente.
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